segunda-feira, 27 de junho de 2016

FULÔ DE MANDACARU


A Banda Fulô de Mandacaru surgiu em 2001, na época Pingo Barros com 10 anos, Armandinho do Acordeon com 15 anos e Diego César (ex-componente) com 15 anos. Começaram tocando no São João de Caruaru e em festas de amigos, conquistando o público forrozeiro.
O que tem haver inserir uma postagem sobre uma banda de Forró em um blog que fala sobre Blues???? Tem tudo haver!!! O fato que sou Nordestino, que sou pernambucano e a origem desses estilos músicas que tiveram suas raízes nas vozes sofridas daqueles que apesar todas as dificuldades e padecimento utilizaram a música para atenuar suas dores. No caso o Blues tem a essência dos negros levados da África para os Estados Unidos, para trabalhar como escravos nas plantações de algodão no sul do país. Cantar amenizava o sofrimento destes trabalhadores e também lembrá-los de sua origem. Cada região tinha o seu expoente do blues; alguns exemplos são o Delta blues (o blues de raiz do delta do Mississipi acústico), o blues de Chicago (a fusão entre o blues acústico do Delta e a introdução da guitarra elétrica no blues) e o Texas Blues (um blues elétrico e rápido). O Forró por sua vez também teve origem e influências africanas, e o povo nordestino também sofria e ainda sofre com clima insuportável em algumas regiões, a fome, o desemprego, a desigualdade social, preconceito, enfim... Porém Euclides da Cunha escreveu "O sertanejo é, antes de tudo, um forte" no livro "Os sertões" e ele quis dizer que o Nordestino, acima de tudo, tem na alma o amor pela vida e expressa essa paixão através da música. Assim como no Blues existem seus heróis Robert Johnson, B.B. King e muitos outros; o Forró tem o Rei Luiz Gonzaga, Dominguinhos, Elba Ramalho, Genival Lacerda, Jackson do Pandeiro, Oswaldinho do Acordeom, Sivuca, Zé Ramalho entre outros mestres. O forró também tem suas variações de ritmos brasileiros tipicamente nordestinos, entre os quais destacam-se: o xote, o baião, o xaxado, a marcha (estilo tradicional em quadrilhas) e coco. E como nossa região é um imenso celeiro fértil e criativo de manifestações artísticas, exibe outros estilos de forró são: o forró universitário e o forró eletrônico ou estilizado . Não vou aqui levantar bandeiras mesmo porque "gosto não se discute", porém nesse diapasão irei evidenciar a indiscutível veracidade que o forró tradicional sempre será a personificação do povo NORDESTINO.

domingo, 25 de outubro de 2015

Leo "Bud" Welch. Hoje, ele é reconhecido como um dos últimos remanescentes bluesman Mississippi Delta.




Nascido em 1932, Leo "Bud" Welch começou a tocar guitarra com 13 anos de idade. Ele tocou para a família, amigos e igrejas, enquanto ganhava a vida na indústria madeireira e na fazenda há mais de 35 anos. Este ano, com a idade de 83, Leo lançou seu primeiro CD  intitulado "I Don't Prefer No Blues".

https://vimeo.com/123912287

segunda-feira, 30 de dezembro de 2013

Joe Bonamassa




Filho de Utica-NY  nascido em 8 de Maio de 1977, esse prodígio começou a tocar guitarra aos 4 anos e aos 8 anos já era elogiado por B.B. King. Assim como Joe cresceu sua reputação também evoluiu e atualmente é considerado um dos melhores guitarristas do mundo. O carisma também é uma forte característica do compositor e cantor, que com muito talento consegue conectar-se com seu público e produzir um show com muito estilo, emoção e musicalidade. O seu mais recente trabalho joe Bonamassa: An Acoustic Evening at the Vienna Opera House, foi gravado no histórico  Vienna Opera House  variando seus blues predominantemente elétrico para unplugged, realizando um concerto acústico muito especial. joe Bonamassa utiliza uma variedade eclética de instrumentos produzidos por artesões de todo mundo, proporcionando timbres únicos e muito pessoal ao seu projeto. 


Joe  divide seu tempo com uma série de projetos paralelos, incluindo, a banda de jazz-funk  Rock Candy Funk Party, que  lançou seu álbum de estréia, We Want Groove em 29 de janeiro de 2013, que possui nove faixas originais, instrumentais que transcende o funk, jazz, e rock com virtuosa musicalidade. Bonamassa também toca guitarra na banda de hard rock Black Country Communion com Glenn Hughes, Jason Bonham e Derek Sherinian.


domingo, 17 de novembro de 2013

Samantha Fish


Samantha Fish  lembra de sua primeira experiência musical como o rock clássico dos Rolling Stones e Tom Petty, ao lado de artistas contemporâneos, como Sheryl Crow e The Black Crowes, mas depois de várias visitas clandestinas menores de idade no Knuckleheads Saloon Blues Club em sua terra natal, Kansas City, seguiu o fio de mestres modernos como Zito e Tab Benoit, através de 80 heróis , como Stevie Ray Vaughan, e  para os mestres do Delta do Blues. "Eu me apaixonei por ele", disse ela a Guitarra Premier de sua paixão crescente pelo Blues ", e comecei a fazer minha lição de casa, ouvindo os caras antigos como Son House e Skip James."

https://www.youtube.com/watch?v=Qx7FDGpZQsQ

terça-feira, 24 de setembro de 2013

Blues Etílicos


A banda Blues Etílicos rompe com todas as barreiras e lança um novo cd,  o quinteto delicia os fãs com Puro Malte, esse cd  esta   recheado de  blues que é a principal raiz musical, tendo fortemente influenciado o surgimento do rock e uma série de estilos ao redor do mundo, incluindo a MPB. Buscar essa ponte entre a música brasileira e o blues foi justamente o que levou a Blues Etílicos, ser umas das bandas nacionais mais representativas do estilo no Brasil.

segunda-feira, 23 de setembro de 2013

Ben Harper & Charlie Musselwhite


Ben Harper e Chaelie Musselwhite  mostraram que na música o tempo não faz efeito. Harper com 43 anos e  Musselwhite com 69 anos subiram o palco no Rock in Rio 2013  mostrando unidade em respeito e musicalidade. A dupla mostrou qualidade, simplicidade e paixão, requezitos inestimáveis quando acrescentado o talento desses dois artistas. Esta conexão musical entre eles têm mais em comum do que parece à primeira vista, Harper iniciou a carreira tocando clássico R & B, gospel, e blues;  no dia 29 de Janeiro de 2013 lançaram um cd Get Up! de Blues e Rock, recheiados de Electric Blues e Modern Blues.

terça-feira, 5 de março de 2013

Old Sock Eric Clapton


 Eric Clapton já tem data de estreia do seu novo disco que será lançado  quase três anos após o lançamento de Clapton (2010). Intitulado Old Sock, o 21º álbum  deve chegar ao mercado no dia 12 de março(mês do aniversário de Eric Clapton). O álbum também contará com vários convidados, incluindo Steve Winwood , JJ Cale e Paul McCartney .
Nesse novo projeto  Eric irá misturar inéditas e covers. "O disco tem standards românticos dos anos 30, reggae, soul, rock", diz um comunicado publicado no site oficial do artista. "É uma coleção de algumas das canções favoritas de Clapton, de sua infância até os dias atuais, que marcam sua vasta apreciação e conhecimento de música. É uma celebração dos muito que inspiraram a rica vida musical de Clapton."

domingo, 24 de fevereiro de 2013

Alone & Acoustic


Para aqueles como eu adora Bleus de raiz tocado em instrumentos acústicos. O cd Alone & Acoustic é ilha de prazer e emoção no meio dessa imensidão de merda que somos obrigados a ouvir. Esse disco foi gravado durante a tour européia da dupla  Buddy Guy e Junior Wells no ano de 1981, em um momento intimista no qual eles dispensaram a banda e mostraram que, além de mestres do blues elétrico de Chicago, sabem fazer o melhor blues de raiz que toda a extensão do rio Mississippi – de Chicago a New Orleans – pode proporcionar ao mundo.

sábado, 29 de setembro de 2012

The Black Keys




The Black Keys é uma dupla americana de blues-rock formada pelo vocalista/guitarrista Dan Auerbach e pelo baterista/produtor Patrick Carney no ano de 2001 em Akron, Ohio.
The Black Keys foi formado em 2001 e no início da carreira já era bastante ativo na cena underground de Akron, Ohio. A banda lançou seu álbum de estréia The Big Come Up em 2002 e fez muito sucesso para uma banda de rock independente. The Big Come Up bem como o álbum seguinte Thickfreakness (lançado em 2003), foram gravados no porão da casa de Patrick, sendo utilizado um gravador de fita cassete dos anos 80. O álbum gerou dois singles lançados em um EP, Leavin' Trunk e She Said, She Said no qual ambas as músicas são regravadas de outros artistas. Leavin Trunk é um blues tradicional e She Said, She Said foi gravado originalmente pelos Beatles. I'll Be Your Man é o tema da série americana Hung do canal HBO.

domingo, 27 de maio de 2012

Ferrari SP12 EC Eric Clapton





A Ferrari fez um  carro exclusivo para  homenagear o grande músico Eric Clapton . Desenhado pelo Centro Stile Ferrari em colaboração com a Pininfarina e os engenheiros de Maranello, a CE SP12 foi criado como uma homenagem à carreira de Clapton e sua longa experiência como proprietário de uma Ferrari.
Uma das paixões do cantor e compositor Eric Clapton é a Ferrari 458 Italia, ele gostaria de ter uma com o motor de 12 cilindros do modelo 599.
O Clapton adora carros esporte. Na sua garagem já passaram vários modelos Ferrari, uma paixão antiga: “Desde criança eu já gostava de corridas de carro, mas só acompanhei sempre um construtor, a Ferrari“.
E aqui a lista de alguns de seus modelos: Enzo, F50, 550 Maranello, 365 GT4 BB, BB512, Testarossa, 512 TR, F512M e outros. Todos modelos com 12 cilindradas, porque esta é sua sinfonia preferida.

quinta-feira, 24 de maio de 2012

Susan Tedeschi


 
Susan Tedeschi nasceu em 9 de novembro de 1970, em Boston, Massachusetts a uma família de ascendência italiana, (Tedeschi significa alemães em italiano) e foi criada em Norwell, Massachusetts. Criada com influência católico , Susan encontrou  pouca  inspiração no coro da igreja, então passou afreqüentar  a igrejas batistas, sentindo a música era "menos reprimida e mais como uma celebração de Deus". Tocou em bandas desde 13 anos de idade. Na idade de 18 anos, formou seu grupo The Smokin' Section
Depois de se formar, Susan participou da Berklee College of Music , onde ela cantou em um coral gospel . Ela cantou músicas da mostra sobre Spirit of Boston e recebeu seu Bacharelado em Música Licenciatura em composição musical e desempenho aos 20 anos. 
Susan  formou a Susan Tedeschi Band em 1994, com Tom Hambridge e Adrienne Hayes. Em 1995, seu então namorado, o músico Tim Boston Gearan ensinou Tedeschi como tocar guitarra blues. Foi então que ela realmente começou a aprimorar suas habilidades no instrumento.
A voz de Susan Tedeschi tem sido descrito como uma mistura de Bonnie Raitt e Janis Joplin ,  que ela mantém não é surpreendente, dado que ambos foram suas influências. Sua guitarra é influenciado por Buddy Guy , Johnny "Guitar" Watson , Stevie Ray Vaughan , Freddie King e Doyle Bramhall II .

domingo, 22 de abril de 2012

Liz Mandeville



Liz ganhou sua primeira guitarra aos 16 anos e começou a tocar profissionalmente logo depois. Seu estilo de guitarra tem as seguintes  influências: Mississippi John Hurt, Lightnin 'Hopkins e Muddy Waters, misturados com alma de Curtis Mayfield e do blues de Chicago de Jimmy Reed. Com um senso de humor que brilha através de sua performance apaixonada, Liz é uma das jóias do Blues.
Formação de Liz  básicamente foi em Louisiana e depois passou o  longo da vida em  Nova Orleans. A família fez  muitos viagens  através do sul norte-americana, sempre por cidades onde  Liz poderia desempenha o seu  estilo que a tornou  popular na Louisiana e participaria  em muitos cenários de blues tradicionais, acrescentando que o ritmo trdicional a sua música. 
Ela encanta platéias de todo o mundo. Com sede em Chicago, Liz levou sua banda através de inúmeras turnês, tocando em lugares e festivais de  Nova York Blues para rua de Seattle Bourbon, Wilebski em St. Paul to the Green Parrot in Key West. Ela viajou Canadá, México, Letónia, França, Bélgica, África do Sul e Holanda. Liz e a banda excursionou pela Alemanha várias vezes . Liz estabeleceu um recorde para o  cd mais  vendido em festivais por um único artista. 

Guy King

O vocalista e guitarrista Guy King impressiona pelo seu talento e habildades na arte do Blues..Guy King é um artista conteporâneo apesar de ser  jovem em idade, seu talento original e experiências ricas e internacionais ajudaram a moldar-lo em um mundo das lendas do Blues, músico inteligente que incorpora estes elementos em sua forma de arte.Nascido e criado em uma cidadezinha do interior de Israel, Guy chegou pela primeira vez em Memphis, Tennessee, com a idade de 16 anos. Após uma curta estadia em Memphis e uma temporada em Nova Orleans, Guy mudou para o norte para Chicago em busca de  uma carreira musical.Durante o tempo com Willie Kent e Guy Gents tive o privilégio ea honra de visitar o mundo: em um período de seis anos, tocando cerca de 250-300 shows por ano, ele fez shows  internacionalmente no Japão, França, Bélgica, Suíça, Inglaterra,  como também fez shows a nível nacional em Jackson MS, o "King Biscuit Festival" em Helena Arkansas, o "North Atlantic Festival" em  Rockland Main, o "Chicago Blues Festival", o W.C. Handy Blues awards  em Memphis Tennessee.Guy teve o prazer de participar  em  co-produção de Willie Kent criticamente aclamado álbum de "Comin 'Alive!" O álbum recebeu ótimas críticas e ganhou ambos os Critics' e as pesquisas dos leitores para o melhor álbum de blues do ano de "soul-bag" revista ; Paris, França.Após o Sr. Kent faleceu em março de 2006, Guy decidiu montar sua própria banda. Durante um curto período de tempo, o Guy Banda King se tornou um favorito e um regular em locais notáveis ​​em Chicago, tais como: "Buddy Guy Legends", "Clube Jazz de Andy", a "House of Blues" e "Rosa’s Lounge", entre outros. Guy foi apresentado no Festival de Blues Chicago em 2007 e 2008, e se apresentou no "Campli Blues Festival", Abruzzo, Itália, em julho de 2008.Música Guy é  original, mantendo uma forte ligação com os mestres que vieram antes dele, tais como: Ray Charles, BB King, Johnny "Guitar" Watson, Albert King, Jimmy McGriff, Albert Collins, T. Bone Walker, Muddy Waters , Robert Johnson, Lightnin 'Hopkins, etc e combina os fortes estilos "gutbucket" blues com estilos da soul e Jazz .Seu CD de estréia: "Livin 'It" está recebendo elogios de críticos e Radio e em todo o mundo e mostra sua música e única mistura de estilos que fazem o Guy King de tão especial no cenário musical de hoje.

domingo, 15 de abril de 2012

Guitarrista Artur Menezes


Aos 26 anos de idade e mais de dez de carreira, Artur Menezes não só toca guitarra, mas compõe e interpreta de uma forma tão peculiar que impressiona até os grandes mestres. Em recente passagem por Chicago, onde ficou durante os meses de junho e julho de 2011, o músico fez com que ninguém menos do que Buddy Guy subisse ao palco por livre e espontânea vontade para tocar ao seu lado, no Buddy Guy's Legends. No show de Jimi Burns, na mesma casa, onde faria apenas uma participação na jam session, foi mantido no palco durante todo o show. O mesmo aconteceu no B.L.U.E.S, com Carlos Johnson e Big Time Sarah, com quem já havia tocado no importante Teatro José de Alencar, em Fortaleza, CE, no ano de 2008.

O interesse pela música começou por influência da mãe - a cantora de MPB Lúcia Menezes -, e do irmão, fã de rock’n’roll. Passou a infância ouvindo de Jimi Hendrix ao rei do baião Luiz Gonzaga, mas foi pelo blues de Albert Collins, Albert King, B.B. King, Stevie Ray Vaughan, Buddy Guy e Johnny Winter, além do funk de James Brown, que se apaixonou, antes mesmo de iniciar o curso de música na Universidade Estadual do Ceará (UECE), sua terra natal.

Em 2002, com apenas 17 anos, participou da IV edição do Dragão Jazz Festival, em Fortaleza (CE).

Morou em Chicago, nos Estados Unidos, em 2006 e 2007. O tempo fora lhe rendeu bons contatos e jam sessions com John Primer, Charlie Love and The Silky Smooth Band, Linsey Alexander, Phil Guy, Brother John, Jimmi Burns, Big Ray, dentre outros, e em bares de grande importância para o blues, Kingston Mines, Smokey Daddy, Rosa's, Vine Tastings e Katherina’s. Durante esse período, foi integrante da banda norte americana The Shakes, que prima pela tradição do blues elétrico, gravando com ela dois discos ao vivo.

Assim que retornou, em 2007, participou do BNB Instrumental, em Fortaleza e Juazeiro do Norte, (CE).

Em 2008, participou do Maranhão Blues Festival, no Centro Histórico de São Luís; e gravou CD/ DVD com a banda Blues Label, além de um EP “Artur Menezes e os Caras”, ambos em Fortaleza (CE). Tocou inúmeras vezes e em diferentes oportunidades no Centro Cultural Banco do Nordeste, em Fortaleza e Juazeiro do Norte (CE), e Sousa (PB); no Centro Cultural Dragão do Mar de Arte e Cultura, em Fortaleza (CE); e no Centro Cultural Oboé, em Fortaleza (CE).

Em 2009, o guitarrista participou da gravação do disco “Pintando e Bordando”, de Lúcia Menezes, lançado pela Som Livre, e entrou em turnê com a cantora se apresentando no Teatro Rival (RJ), no Tom Jazz (SP), no Teatro José de Alencar (CE) e no Clube do Choro (DF). Porém, durante esse período, não deixou de participar do I Schin Blues Festival em Quixadá (CE); do Festival Artes de Março (PI); da I e da II Mostra BNB do Blues, em (CE), 2008 e 2009; e do Fórum Harmônicas Brasil, em 2006 e 2009.

Em 2010, Artur esteve na Inglaterra, onde teve a oportunidade de subir ao palco do The Blues Kitchen, em Londres.

No Brasil, no mesmo ano, integrou o projeto Harmônicas Mercoblues, ao lado de Jefferson Gonçalves, acompanhando os gaitistas Nico Smoljan e Gonzalo Arraya. Abriu o show de Peter Mad Cat e apresentou-se em eventos como o Festival de Jazz e Blues de Guaramiranga, CE, que participou do ano de todas as edições de 2004 até 2010. Tocou também na Livraria Cultura (CE e SP); na Livraria da Esquina (SP), na Livraria Saraiva (CE e RJ), no Néctar e no Conversa Afinada (RJ) e no SESC Juazeiro do Norte (CE).

Ao longo de sua carreira, Artur participou de todas as edições do Oi Blues By Night Fortaleza, desde 2007, em diferentes situações, algumas com banda e outras com trabalho autoral/ solo – como será agora em 2011. Participou do Festival Canoa Blues (CE) em 2008 e 2009 e voltará a se apresentar em outubro deste ano; Também participou do Ceará Music em 2007 e 2008; do Festival BNB Rock & Cordel, de 2006 a 2011; do II e III Lençóis Jazz & Blues Festival (MA), em 2010 e 2011; do Ibitipoca Blues (MG), em 2011; do Garanhuns Jazz Festival (PE), em 2011.

No mês de junho de 2011, Artur Menezes partiu para uma temporada de dois meses em Chicago, parte da estratégia de divulgação de seu mais recente trabalho, "Early to Marry", lançado pela Blues Time Records, em 2010. Distribuído pela Tratore, o disco traz em nove faixas a sintonia do blues com o baião, além do soul, rock e funk, e foi muito bem recebido pela crítica no Brasil e no mundo, rendendo ao artista shows, participações especiais e mídia espontânea.

Em agosto, recém chegado de Chicago, apresentou-se no projeto Sesc'n Blues - Blueseiros do Brasil, que reuniu grandes nomes do gênero na maior jam session do país. A turnê percorreu os SESCs de São José do Rio Preto, Ribeirão Preto e Sorocaba.

No mesmo mês, tocou em importantes espaços de São Paulo, como o Ao Vivo Music, casa de shows intimistas de renome, em Moema, a convite de Fábio Cadore e Diogo Poças; e o Centro Cultural de São Paulo, abrindo o Projeto Blues na Faixa, que apresentou artistas brasileiros que fazem blues desde releituras até novas misturas, destrinchando as origens do rock'n'roll.

Ainda em 2011, participou de uma jam session com o fantástico Quarteto Tempo, formado por Fabio Torres, Paulo Paulelli, Marcus Teixeira e Celso de Almeida, no SESC Pompéia; e da gravação do CD de sua antiga banda, “De Blues em Quando”; além de ter sido convidado pela Revista Blues'n'Jazz para tocar no Bourbon Street, um dos melhores e mais importantes palcos do blues do Brasil, onde já havia tocado no ano anterior a convite de André Christóvam.

Apresentou-se também na Livraria Cultura, no Fulana e no Syndikat Jazz Club - onde já havia estado em 2010 -, nos dois últimos, ao lado do cantor e saxofonista norte-americano Atiba Taylor, músico que tocou com Wynton Marsalis, Webster Young, Archie Shepp e Bobby McFerrin, entre outros.

Preocupado em difundir e ampliar o acesso ao blues no estado do Ceará, Artur Menezes é um dos idealizadores do projeto ”Casa do Blues”, que prevê a realização de shows semanais com entrada gratuita. Mesmo residindo atualmente em São Paulo, o músico faz questão de acompanhar o desenvolvimento e crescimento deste cenário em seu estado natal, além de levar a mistura de sua música – com muito orgulho – para o mundo.

http://www.arturmenezes.com.br

quarta-feira, 11 de abril de 2012

JOHAINE DROPPA




JOHAINE DROPPA – 18 anos – começou a tocar guitarra aos 12 e aos 14 conheceu o blues, ouvindo uma música de Muddy Waters. Seu tio Samir, ajudou a alavancar o gosto pelo estilo ao apresentar-lhe o incrível Stevie Ray Vaughan. Depois disso, não teve mais volta, blues era o que ela queria e dedicou-se a aprender e tocar o estilo. Aos 16 anos, gravou seu primeiro CD independente com a amiga baixista Renata Iwamoto, que foi produzido pelo músico (e seu professor) Decio Caetano.

sexta-feira, 6 de abril de 2012

Monica Parker a leoa do blues




Monica Parker, nascida em 1956, em Gary, Indiana, EUA. A voz marcante de Monica Parker lhe rendeu o apelido de "a leoa do blues", e a sua comparação com artistas lendários como Etta James, Mavis Staples, e Katie Webster. Parker começou a cantar no coro de sua igreja na idade de sete anos, mas ficou encantada com blues, R & B, soul . Entre 1977 e 1980 serviu na Marinha dos EUA . Em 1987, ela se mudou para Califórnia, onde continuou a construir seu negócio bem sucedido. Cinco anos depois, Monica Parker decidiu começar a cantar profissionalmente, apresentando-se regularmente como Sista Mônica no Bar Emi & Grille em Santa Cruz. Ela inaugurou o selo independente Mo Muscle Records e começou sua carreira musical em 1995 com Get Out My Way. Este álbum estabeleceu Sista Monica como um performer surpreendentemente , um padrão que se repetiu com grande efeito sobre as versões subseqüentes, incluindo Sista, de 1997, 2000’s People Love The Blues. Uma artista popular no circuito de festivais, Sista Monica também foi indicada e recebeu vários prêmios da comunidade blues.

domingo, 3 de julho de 2011

Jimmy Reed






Reed nasceu em Dunleith, Mississippi em 1925, a aprendeu a tocar gaita e guitarra com Eddie Taylor um velho amigo . Reed se mudou para Chicago, Illinois , em 1943, antes de ser convocado para a Marinha dos EUA durante a Segunda Guerra Mundial. Em 1945, Reed voltou para o Mississippi, por um período breve, se casou com sua namorada, Mary "Mama" Reed, e foi morar em Gary, Indiana para trabalhar na Armour & Co. fábrica de embalagem de carne. Mama Reed aparece como uma background singer sem créditos em muitas de suas canções, "Baby What You Want Me to Do", "Big Boss Man" e "Bright Lights, Big City".

Na década de 1950, Reed tinha se estabelecido como um músico popular e entrou para a "Gary Kings" com John Brim , bem como tocando na rua com Willie Joe Duncan. Reed não conseguiu ganhar um contrato de gravação com a Chess Records, mas assinou um contrato com a Vee-Jay Records. Na Vee-Jay, Reed começou a tocar novamente com Eddie Taylor e logo lançou "You Don't Have to Go".

Reed manteve sua reputação, apesar de sua alcoolismo desenfreado, às vezes sua esposa teve que ajudá-lo a lembrar a letra de suas canções durante a gravação. Em 1957, Reed desenvolveu epilepsia.

Apesar de seus numerosos sucessos, problemas pessoais de Reed impediu de alcançar o mesmo nível de fama como outros artistas de blues popular da época, embora tivesse mais músicas que muitos outros. Quando Vee-Jay Records fechou, Reed assinou um contrato com o jovem ABC-Bluesway , porém, Reed nunca mas foi capaz de criar um outro hit de sucesso. Em 1968, excursionou pela Europa com a American Folk Festival Blues.

Jimmy Reed morreu em Oakland, Califórnia , em 1976, de insuficiência respiratória.

Em 1991, Reed foi postumamente incluido no Rock and Roll Hall of Fame.

sábado, 2 de julho de 2011

Big Joe Duskin é o rei do blues reinante na Queen City




Cincinnati homem do piano Big Joe Duskin é o rei do blues reinante na Queen City. Nascido em Birmingham, Alabama, em 1921, Duskin cresceu em Cincinnati, onde ele começou a tocar piano na igreja de seu pai pregador. Jovem Joe era muito interessado no blues de Roosevelt Sykes e Slim Memphis eo boogie-woogie de Pete Johnson, mas seu pai viu tudo como "música do Diabo. Finalmente, chegaram a uma trégua quando Joe prometeu a seu pai septuagenário que ele não iria tocar o blues enquanto seu pai estava vivo. Reverendo Perry Duskin viveu até os 105, e Joe Duskin acabou com uma carreira como um policial e funcionário dos correios, em vez de um músico de blues.

Duskin começou a tocar novamente na década de 1970, deliciando o público do clube e festival com sua mistura poderosa de blues, boogie-woogie e piano barrelhouse. Seu primeiro álbum, um clássico instantâneo chamado Stomp Cincinnati, foi lançado pela Arhoolie em 1979, tornando Big Joe uma estrela internacional de blues com a idade de 58. Ele começou a fazer turnês anuais pela França e Alemanha e tocou nos principais festivais dos EUA, incluindo o New Orleans Jazz & Heritage Festival e do Chicago Blues Festival. Gravações subseqüentes Duskin já incluíram Não Mess with the Boogie Man, Down the Road A Piece e seu mais recente, Big Joe Jumps. Mais uma vez, foi nomeado para um WC Handy Award lançado no último verão, durante uma cerimônia na qual Duskin recebeu a chave da cidade pelo prefeito de Cincinnati. Duskin morreu em junho de 2007.


video

terça-feira, 25 de janeiro de 2011

Roomful of Blues





Assim como o Blues a banda Roomful transcede o tempo sempre com muito talento e alegria . Atualmente, a banda conta com oito componentes que são peças importantes do mundo Blues e são liderados pelo guitarrista Chris Vachon. Em 2010, Phil Pemberton assumiu os vocais, trazendo a sua voz doce e cheia de soul e acrescentando mais uma dimensão nova e brilhante para o jazz, jump-blues e raízes musicais. A combinação vencedora de, swing, blues, R & B e soul continua sendo o ponto forte da banda , bem como a sua capacidade de encher a pista de dança. Junto com os novos membros, o baixista John Turner, o trompetista Doug Woolverton, os membros permanentes tecladista Travis Colby, o baterista Efraim Lowell, barítono e tenor saxofonista Mark Earley, tenor e sax alto Rich Lataille, Roomful agitaram muito em 2010.
Phil Pemberton Vocais Na estrada nos últimos 20 anos, este nativo de Massachusetts estava tocando em clubes e grandes festas, em todo os EUA, Inglaterra, França e Canadá. "Sua voz pode doer com ternura” afirmou Patricia Smith (indicado Pulitzer de Jornalismo) e Bill Smith (WTKK) "Este homem poderia cantar pelo mundo fora”. Chris Vachon Guitarra Chris é um verdadeiro multi-talento. Seu talento como um defensor da guitarra é bem documentada, e suas forças como produtor e compositor cresceu de álbum a álbum. Ele produziu a banda que tem seis álbuns , There Goes the Neighborhood (1998), Watch You When You Go (2001), Live at Wolf Trap (2002) the Grammy nominated That’s Right! (2003), and Standing Room Only (2004) and “Raisin’ A Ruckus” (2008) . John Turner Baixo Um veterano da cena do jazz , o baixista John Turner já se apresentou e gravou com quase todo mundo, especificamente o Either / Orquestra, Charlie Kohlhase, Scott Hamilton, Roswell Rudd, Lee Konitz, a Tommy Dorsey Orchestra, banda de Ornette Coleman, Magic Dick-Jay Geils e Blues Time. Colby Travis Piano Antes de ingressar na Roomful of Blues, Travis e sua banda jazz-funk "Hipology", foi um dos mais procurado sidemen da Inglaterra, foi backup de artistas notáveis como Ronnie Earl, Johnny Winter, KD Bell, e muitos outros grandes nomes Blues. Lowell Efraim Bateira Efraim é um multi instrumentista que começou a tocar bateria em uma idade adiantada em vista de outros que começaram muito jovem. Ele tem sido um pilar na cena Blues da Inglaterra por mais de uma década e foi eleito o "Melhor Baterista", em 2003 e 2004 pela revista New England Audiência Blues. Lataille Rich Sax Alto e Tenor Rich Roomful se juntou em 1970 e deu início do que se tornou a secção de metais mais lendários do blues contemporâneo. O interesse de Rich nas músicas dos anos 30 e 40, que levou Roomful para forjar o som característico, que se tornou marca registrada da banda. Mark Earley Sax Barítono e Tenor Como um fã de longa data de Roomful of Blues, e seu respeito com a tradição Blues, Mark Earley chegou na banda com seu tom de voz, idéias e presença de palco carismática. Doug Woolverton Trompete Com um maravilhoso desempenho trompete, Doug é um dos leões jovens e brilhantes do mundo trompete . Dependendo da música, você vai ouvir as influências que vão de Miles Davis a Louis Armstrong.

quarta-feira, 13 de outubro de 2010

Robert Cray Band




Trinta e seis anos na estrada, apenas com alterações pontuais em termos de pessoal, têm ajudado a tornar a Robert Cray Band a mais perfeita interpretação de blues no planeta. A capacidade do quarteto de mudar instantaneamente a sua dinâmica de um grito a um sussurro é incomparável e suas apresentações são marcadas pelas surpresas freqüentes. Cookin 'em Mobile, gravado e filmado em 21 de fevereiro de 2010, na cidade do Alabama costal de Saenger Theater, é a combinação dos recentes CD's ao vivo para realizados nos últimos quatro anos, sendo os outros : Live, Salão de Concertos, Austin, Texas, 5/22/87 (Ilha), Live At BBC 1988-91 (Island / Mercury), e Live From Across The Pond partir de 2005 (Vanguard).

Esse novo trabalho celebra
o retorno no ano passado, do baixista Richard Cousins, o baterista Tony Braunagel, anteriormente ocupava o posto de baterista o Bonnie Raitt. O tecladista Jim Pugh continua a bordo, após 21 anos.
Embora expressiva voz da Cray e brilho de tocar blues em baladas doces , ele mostra a sua melhor forma em "Love 2009", "Lotta Lovin''e" Time Makes Two '. "Love 2009" em particular é carregada de paixão ardente, enquanto que em 'Chicken In The Kitchen " é ao mesmo tempo ardente e cheio de humor, atrevida e bem-humorado. Cray tocando a guitarra se destaca durante o show "smoking gun", onde a sua bagagem de solos dinâmico e criativos. A química entre Cray e sua banda persiste através de cada solo, cada transição e a cada fim e dá todo o conjunto um toque de incrivel cumplicidade.

Quando Cray interpreta o seu segundo álbum solo em 'Anytime', junto com a dinâmica de bateria de Tony Braunagel que ajuda a ampliar o impacto emocional de seu solo auterando a intensidade da música no momento ideal.
Ao longo do set, o tom suave e impactante do baixo de Richard Cousins acompanhada por seu groove inabalável e lúdica, sua presença de palco cativante. Toda competência do tecladista Jim Pugh nas configurações de soul e blues muito bem executados, e seu solo durante "One In The Middle" é tão bom gosto que se torna natural extensão da música.

Obrigado pela Visita. Seja Bem Vindo e volte, é sempre um prazer a sua companhia.